Desenvolvido na mesma plataforma do Logan, Sandero e do Nissan Livina, o Dacia Duster entrará no mercado brasileiro sob a marca Renault para concorrer no segmento liderado pelo Ford EcoSport — que deverá ganhar outro concorrente, um dos próximos lançamentos da General Motors para a família do Agile.



De acordo com comunicado da empresa, o modelo será fabricado no Brasil, na fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), e chegará às concessionárias em 2011. Da unidade brasileira, o modelo também será exportado para Brasil, Argentina, México e Chile. O modelo também será produzido na Rússia e no Golfo Pérsico.



 O Duster foi mostrado pela primeira vez pela montadora na versão competição em novembro. O lançamento do Duster no mercado europeu está previsto para 2010 e trará uma versão 4X4. O utilitário é equipado com motor 1.6 16V com 110 cv de potência a gasolina. A Renault afirma que também estarão disponíveis duas versões a diesel e, no Brasil, o motor 1.6 8V flex.
O câmbio é sequencial de seis marchas. O conjunto de motor e transmissão é fruto da aliança Renault-Nissan.

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O Chevrolet Malibu já foi flagrado em algumas ruas de São Paulo essa semana, com placas verdes, e alguns adesivos colados na traseira e nos pára-choques, mas nada que impedisse de identificá-lo.



O modelo será apresentado oficialmente à imprensa nacional em maio. Mesmo após o anúncio de retaliação a produtos americanos, que irá elevar a alíquota de importação de 35% para 50%, a General Motors do Brasil confirmou a estreia do Chevrolet Malibu no país. A apresentação da versão que desembarcará em território nacional será entre os dias 16 e 19 de maio.



Os preços não foram revelados, mas antes da retaliação estavam cogitados entre R$ 90 mil e R$ 100 mil. Mais informações sobre a versão do Malibu que virá ao país serão reveladas a partir das próximas semanas.

Apresentado ao público brasileiro no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2008, o sedã Malibu ficará posicionado entre o Vectra e o Omega – que deixou de ser importado, mas volta ao país em 2011. A novidade mira o Ford Fusion e o Volkswagen Jetta, que irá mudar em 2011.

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Andamos no novo Tucson que chega em maio, para enfrentar Captiva e Honda CR-V
A Hyundai deverá vender inicialmente o ix35 com motor 2.0 Theta II apenas. Além do benefício do imposto menor por não romper a barreira dos 2 litros, o Theta II é potente: gera 166 cv a 6 200 rpm e 20,1 kgfm de torque 4 600 rpm.

O ix35 2.0 possui versões com tração 4×2 e 4×4 que usam transmissões manual ou automática de seis marchas – esta última com opção sequencial. O desempenho é respeitável: velocidade máxima de 184 km/h e 0 a 100 km/h em 10,4 segundos, ambos na versão manual 4×2.
São essas quatro versões que deverão ser importadas com preço variando entre R$ 80 mil e R$ 100 mi – a ideia, como se sabe, é posicionar o ix35 entre o Tucson nacional e o Santa Fe, na mesma faixa do Captiva e do CR-V.


Pode parecer exagero, mas não é. O ix35 tem tamanho compatível com o Honda e até com o Chevrolet. Em relação ao CR-V, o Hyundai oferece mais entreeixos e possui a mesma largura. Já com o Captiva, sua vantagem é a bitola mais larga.
Além disso, o modelo trará alguns mimos que não existem em seus rivais, como ar-condicionado dual-zone, teto solar panorâmico, partida por botão e controle de subida na versão com tração integral.
A Hyundai certamente não terá problemas em convencer o público que tem um bom produto nas mãos, o duro será vender o Tucson atual ao lado do ix35.

Para saber como o Hyundai ix35 se saiu nos testes de pista veja no vídeo abaixo.